Ginástica Rítmica: esporte e política

Acabo de reler algumas reportagens mexicanas sobre sua principal ginasta, Valdez, e eles se mostram confiantes de que ela será convidada a ir a olimpíada. E fica claro que na reportagem um dos principais motivos é a questão política, como eles mesmo dizem. Segundo as reportagens em decorrência de eles terem um certo laço de amizade com Sr. Grandi, Presidente da FIG, e dos recorrentes resultados da Valdez, como a segunda do ranking das Américas, ela teria chance de receber um convite.

Porém depois de ler todo o sistema de qualificação para Londres, fica claro que a chance de ela ir é nula, pelos meios legais explicitados pela própria FIG. A única que teria uma chance, analisando o desempenho no Mundial, é a Zetlin, e apenas pelo Pré-olímpico, ou por um eventual convite por representatividade continental. Se ela ficar entre as 5 qualificadas diretamente ( o que, sinceramente, é inimaginável) ela irá a Olímpiada, se não, a melhor qualificada das Américas, consequentemente ela, será a escolhida.

Realmente não entendo como os mexicanos podem veicular essas informações com tanta veracidade.Exceto se a Zetlin não puder, mas não sei se ela poderia ser substituída por alguem do seu país ou se a vaga iria para a segunda.

Se Valdez tem chance, por ser a segunda, a Angélica teria chance por ser a terceira?

É uma questão de competitividade, esporte limpo ou política?

Qual é a competição mais importante, a de dentro dos tablados, ou a que acontece por fora deles?

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s