GINÁSTICA RÍTMICA – SELEÇÃO INDIVIDUAL ESCOLHIDA PARA O PAN 2015 EM TORONTO

Nesse final de semana aconteceu a seletiva individual para o Pan de 2015, contando com três ginastas: Andressa Jardim, Angélica Kvieczynski e Natália Gaudio. As escolhidas para ir foram a Angélica e a Natália, por motivos de experiência, principalmente. Nós vamos ir para o Pan com o mesmo time de 2011.

Aqui segue a matéria completa para vocês lerem.

http://globoesporte.globo.com/se/noticia/2015/04/natalia-gaudio-e-angelica-kvieczynski-representam-brasil-no-pan-do-canada.html

Confesso que eu tenho algumas dúvidas quanto a essa escolha, mas espero que as duas possam trazer bons resultados aqui pro Brasil!

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GINÁSTICA RÍTMICA – COPA DO MUNDO DE PESARO 2015 – RESULTADOS

Aqui vão os resultados da Copa do Mundo de Pesaro!!

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Individual All-Around!

Grupos All-Around!

E as finais estão bem aqui no começo desse link!

Já tem um canal com vídeos por aí – algo das finais e do AA.

Pra quem quer ver o primeiro dia da competição de conjunto – AQUI!

E durante essa semana acho que outros canais vão subir vídeos pra gente poder ver um pouco das brasileiras, então é só aguardar!

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GINÁSTICA RÍTMICA – PESARO 2015 – A GENIALIDADE DA BIELORRÚSSIA

Mais adiante nesses dias eu vou fazer uma postagem inteira sobre a Copa do Mundo de Pesaro, quando saírem os vídeos e eu puder mostrar pra vocês um poucos mais pra gente comentar sobre as ginastas das Américas e a Angélica.

Nessa postagem eu venho falar sobre as novas séries das Bielorrússia.

Aí estão os vídeos das séries. Eu tenho que dizer que eu amei com todo o meu coração e esse ano eu posso garantir que elas não me desapontaram em nada. Quando a gente só vê países indo na direção das séries rápidas e cheias de dificuldades, apareceram elas pra alegrar minha vida.

A série de fitas vem ao som de Clair de Lune, composição do Debussy. A série é bem lenta e pausada, mas nunca chega a ficar estagnada. A coreografia é muito bem pensada e bonita de se ver. A gente pode ver as ginastas ainda com alguma dificuldade em seguir a série, mas a construção da coreografia me agrada. E muito. Sem falar que as dificuldades parecem não estar aí, mas as dificuldades corporais são bem altas, o manejo do aparelho é bem trabalhado e elas tem um monte de colaborações na série.

No misto a gente vê uma música folclórica em voz, fantasticamente adaptada pra essa série. Todos os segundos da música estão completos com passos coreografados perfeitamente, vários elementos novos para elas, ligando com as colaborações que elas já trabalham – incluindo o movimento de passar por dentro dos arcos que elas utilizam desde 2003, que é marca registrada das bielorrussas.

Na minha humilde opinião, ao lado da Itália elas são o país que mais me agrada nas série esse ano, pois eu consigo ver o conceito de conjunto bem aplicado nas séries desses países. Mas vamos ver como elas vão se comportar amanhã na final e no segmento das competições do ano.

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GINÁSTICA RÍTMICA – ITÁLIA VERSUS RÚSSIA, O DUELO DOS CONJUNTOS

Bom, como nessa semana a gente teve a chance de ver as novas séries da Itália e a primeira competição entre essas duas potências, eu achei legal passar aqui e fazer um post com os vídeos das séries pra vocês verem elas.

A série de fitas da Rússia vêm pra mostrar o mesmo estilo que elas adotaram posterior a 2011, movimentos rápidos e contínuos, colaborações a todo o tempo e raramente um pouco de pausa na série. De fato a gente pode até dizer que elas são um pouco frenéticas e raramente marcam posições no tablado e figuras muito lineares. Na música elas não fugiram do clássico, no entanto. Ainda que a série pareça uma bagunça de movimentos e dificuldades um em cima da outro, não dá pra negar que é um emaranhado difícil de se competir contra. Se elas acertam a série, é quase impossível de alguém superar elas.

Finalmente retornando a seu estilo normal, depois de dois anos conturbados para o time, a Itália surge com uma série de fitas apostando nos elementos que deram certo em seu passado, mas sem tirar o pé do futuro. A gente consegue ver dois momentos cruciais da série que se originaram ainda em 2003/04, e eu confesso que foi bom ver eles de novo na Itália, já que foram movimentos que inspiraram muitos outros conjuntos. A música épica reforça essa identidade do conjunto, tentando retomar a fama que sempre tiveram de jogar pra cima o público e avançar com tudo. Ao contrário das russas elas não correm tanto pelo tablado, optando por marcar bem as posições e o formato geral da série, conseguindo uma estética mais limpa – mas que também permite se denotar os erros com mais facilidade.

Essa série traz a força do folclore russo pra GR, como é costume delas. A série é bem rápida e cheia de truques a torto e direito. Se a série de fitas já era movimentada, nessa então, que os aparelhos são mais compactos, a rotina voa num instante. Eu acredito, porém, que devido a dificuldade da série essa rotina ainda não esteja tão bem preparada como a outra de fitas, e aparentemente eu acredito que essa pareça mais difícil. Mas a gente tem tempo ainda de ver elas arrasando nessa série.

Quase fugindo dos seus temas musicais habituais, a Itália investiu em uma série mais rápida e dinâmica, que acaba perdendo um pouco na definição das formas, como a de fita, mas que tem muitos outros elementos difíceis dando as caras. Desde o começo até o último momento a rotina é recheada de lançamentos para todos os lados e colaborações muito interessantes. Tem coisas que eu consegui captar apenas na segunda ou terceira repetição. Na minha opinião é a série que pode fazer a diferença numa competição contra as rivais, porque além de ser uma série dificílima ela deixa uma ótima impressão quando bem executada, pelo menos para o público assistindo.

Entre essas quatro aí, quais são as suas favoritas?

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